Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo

01/12/2008 – 13º Educaids será em julho de 2009

      "Da violência à solidariedade". Este será o tema do 13º Educaids, promovido pela a Associação para Prevenção e Tratamento da Aids (Apta), a ser realizado no período de 1 a 4 de julho de 2009, no Centro de Convenções Frei Caneca (Shopping Frei Caneca).

      As inscrições para o congresso tiveram início em outubro, mas poderão ser efetuadas até o dia 24 de junho de 2009 pelo e-mail apta@apta.org.br

      Os trabalhos serão aceitos até dia 20 de junho de 2009.

      Até o dia 31 de março o valor da inscrição é de R$ 250,00; até 31 de maio, R$ 280,00; após este período, R$ 300,00.

Serviço
Associação para Prevenção e Tratamento da Aids (Apta)
Alameda Campinas, 20
site: www.apta.org.br/educaids.htm:
e-mails
apta@apta.org.br e educaids@apta.com.br


Aids avança entre os mais escolarizados em SP

Diferentemente do que ocorria há 10 anos, doença é
mais freqüente entre as pessoas com 8 a 11 anos de estudo

      Levantamento da Secretaria de Estado da Saúde aponta que a Aids está avançando entre as pessoas mais escolarizadas no Estado de São Paulo. Diferentemente do que ocorria há 10 anos, atualmente a infecção pelo HIV tem atingido predominantemente aqueles com mais de oito anos de estudo.

      Em 1997, 12,2% das mulheres que contraíram Aids no Estado tinham entre 8 e 11 anos de estudo. No ano passado esse índice chegou a 25,4%. Já os homens que estudaram de 8 a 11 anos representaram 26,8% do total de casos no ano passado, contra 15,3% em 1997.

      Entre aqueles que possuem mais de 12 anos de estudo também houve aumento da incidência de contaminação por HIV, que passou de 3,5% para 4,3% no caso das mulheres e de 6,9% para 8% no caso dos homens, no mesmo período de 10 anos.

      Paralelamente, houve expressiva redução de casos de HIV notificados entre os paulistas menos escolarizados, com um a três anos de estudo, que no caso das mulheres caiu de 33,2% do total de casos em 1997 para 7,5% no ano passado. Entre os homens com essa mesma escolaridade a incidência de Aids passou de 28% para 5,3% no mesmo período.

      “As pessoas mais escolarizadas certamente sabem como se prevenir, mas normalmente vêem a Aids como algo muito distante, que não vai acontecer com elas. Por isso se descuidam e podem acabar se contaminando”, afirma o médico Jean Gorinchteyn, do Ambulatório do Idoso do hospital estadual Emílio Ribas.

Fonte: Secretaria de Estado da Saúde

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