Sindicato dos Profissionais em Educação no Ensino Municipal de São Paulo

21/05/2026 - Nota da Coeduc - a verdade dos fatos sobre a transformação de PEI em Peif

Circula nas redes sociais um texto irresponsável, mentiroso e calunioso que tenta distorcer, deliberadamente, os debates e as decisões da assembleia da categoria, que decidiu não rejeitar o protocolo de negociação e suspender da greve.

Em nenhum momento foi informado, durante a assembleia, que o protocolo de negociação continha item revogando a lei de autoria do prefeito Nunes, aprovada pela Câmara, que trata da transformação do cargo de PEI para Peif.

Foi informado, afirmado e reafirmado várias vezes durante a assembleia — inclusive com registros em vídeos gravados e amplamente divulgados por várias pessoas presentes – que o SINESP, o SEDIN e o SINPEEM conseguiram impedir que o governo mantivesse, no protocolo, o item sobre o seu compromisso com a transformação do cargo de PEI em Peif.

O protocolo assinado pela Coeduc é claro na defesa do cargo de professor de educação infantil: conseguimos que o governo se comprometesse em envidar esforços para a chamada de concursados de PEI antes e 16/06/2026 e autorizar a realização de concursos, até agosto deste ano, indo na contramão da tentativa de minar os cargos de PEI com a lei aprovada pela Câmara. Isto é defesa da carreira e garantia d não vacância de cargos.

Não concordamos, pressionamos, brigamos e o governo teve de retirar do protocolo. Portanto, mentem os que espalham informação em contrário.

Se aceitássemos a manutenção do item sobre transformação do cargo de PEI em Peif no protocolo, estaríamos legitimando uma política contra a qual lutamos desde o primeiro momento. Nossa posição sempre foi explícita: combatemos a política de subsídio, defendemos os cargos que compõem as carreiras dos profissionais de educação e seguiremos lutando por valorização, condições de trabalho e também para que ninguém opte pela transformação que a lei de Nunes estabelece. Orientamos os nossos trabalhadores(as) sobre este ponto.

A exclusão deste item e a inclusão de pontos sobre valorização, condições de trabalho, condições de trabalho, programas de saúde, convocação e realização de concursos, recursos tecnológicos, prioridade para o atendimento à demanda nos CEIs diretos, formação, condições para a educação inclusiva, quadro e carreira do apoio, ressignificação do trabalho dos readaptados para ampliar a reintegração e opção pela Jeif, entre outros, foram importantes conquistas e uma derrota política imposta ao governo pela mobilização e pela força da greve.


AINDA TEM DÚVIDAS? FALE COM AS ENTIDADES QUE COMPÕEM A COEDUC E SUAS RESPECTIVAS DIRETORIAS

Foram dias e dias de luta, greve e realização de manifestações na Prefeitura, na Câmara e caminhadas com a participação de milhares de pessoas pelas avenidas 23 de Maio, Brigadeiro Luís Antônio e avenida Paulista.

Não aceitaremos que mentiras sejam utilizadas para enfraquecer a união dos profissionais de educação, com o propósito — consciente ou descuidado — de ajudar o governo Nunes a implantar a sua política de remuneração por subsídio, destruição de direitos, terceirização e privatização.

A greve foi construída com transparência, amplo debate e participação massiva dos profissionais de educação – docentes, gestores e Quadro de Apoio. Todas as informações apresentadas na assembleia foram públicas, debatidas e registradas.

O protocolo foi lido integralmente durante a assembleia, antes de ser votado e disponibilizado, quase que imediatamente, nas redes sociais das entidades, orientadas pela transparência, necessária nos processos democráticos.

A Coeduc reafirma o seu compromisso histórico com a defesa da educação pública, das carreiras e da valorização dos profissionais de educação e se coloca à disposição dos profissionais que tiverem dúvidas sobre s situação atual da nossa luta.

Seguiremos mobilizados, organizados e vigilantes contra qualquer tentativa de retirada de direitos.

Contem conosco!


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